Radar para o infinito Martin Boroson estudou filosofia na Yale University e obteve o MBA na Yale School of Management. Foi certificado facilitador de Respiração Holotrópica em 1993 e é, atualmente, um membro do conselho da Association for Holotropic Breathwork International. É o autor da história da criação, Becoming Me1, www.becomingme.com, baseada em suas aventuras holotrópicas, utilizando-as para ensinar a fé na espiritualidade interna para crianças e adultos. Tem desenvolvido recentemente o weblog www.becomingme.com/#
Tradução de Álvaro Veiga Jardim e Evane Ferreira Júnior.
Revisão Técnica de Álvaro Jardim.
Resumo: Boroson fornece uma exposição da Respiração Holotrópica e seu contexto como uma meta-técnica, que engloba e assiste a muitos métodos e processos.
Nas últimas quatro décadas, o Ocidente tem visto o florescer
de novas formas de terapia, novos caminhos espirituais e uma disponibilidade
sem precedentes das tradições espirituais Orientais.
Mas com tantos produtos no supermercado da transformação,
como descobrir o produto que precisamos, quando dele necessitamos?
Muitas pessoas têm gasto anos — e uma pequena fortuna
— em alguma forma de terapia ou prática espiritual que
não estava bem ajustada às suas necessidades. Descobrir
a terapia apropriada tem se tornado ainda mais difícil, pela
completa discordância entre as várias escolas de psicologia
e caminhos espirituais, no que diz respeito à técnica,
valores e até sobre a própria natureza da realidade.
A visão integral
Ken Wilber, considerado por alguns como o “Einstein da consciência”,
cuidadosamente desenvolveu uma teoria que traz coerência a esse
problema. É um projeto para um caminho “total”
de auto-exploração, uma visão que ele chama “integral”.
Líder de considerável evidência, ele sugere que
a consciência é organizada como um espectro, abrangendo
matéria, vida, mente, alma e espírito. Nos tempos modernos,
cada um desses níveis tem sido o foco de um diferente ramo
de conhecimento: o físico se volta para a matéria; os
biólogos para a vida; psicólogos para a mente; e os
místicos têm dado atenção à alma
e ao espírito. Infelizmente, cada disciplina tende a ignorar
ou diminuir a importância das outras. Um caminho verdadeiramente
integral ou holístico poderia incluir todos os níveis
do espectro, admitindo que somos compostos de todas essas dimensões.(1)
Wilber sugere um “plano” para terapia ou auto-exploração
que poderia ser direcionado a cada nível: "Utilizar uma
prática (ou práticas) de cada um daqueles níveis,
conforme mencionados anteriormente, e compor com o centro na totalidade,
em todas essas práticas. Para o nível físico,
você pode incluir a ioga física, levantamento de peso,
vitaminas, nutrição, jogging2, etc.,
para o nível emocional/corporal, você pode tentar a sexualidade
tântrica, terapia que ajuda você a contatar o lado sensível
do seu ser, bioenergética, etc. Para o nível mental,
terapia cognitiva, terapia narrativa, terapia da fala, terapia psicodinâmica,
etc. Para o nível da alma, meditação contemplativa,
ioga da divindade, contemplação sutil, prece da concentração3,
e assim por diante. E para o nível espiritual, a maioria das
práticas não-duais, tais como Zen, Dzogchen, Advaita
Vedanta, Kashmir Shaivism, Misticismo Cristão informal, e etc.”.
"Eu hesitei em fornecer essa lista, porque, como você
sabe, há literalmente milhares de práticas maravilhosas
em todos esses níveis e eu estremeço ao excluir algum
deles. Mas, por favor, apenas foque na idéia geral: utilizar
uma ou mais práticas para cada um dos níveis do seu
próprio ser — aplicando uma para o corpo, uma para a
mente, uma para a alma e uma para o espírito — e exercitar
todos eles para o melhor de sua habilidade, individualmente e coletivamente."(2)
Esse é um nobre caminho, um caminho verdadeiramente real e
o que dá um caminho radicalmente expansivo e novo para os indivíduos
desenvolverem o seu potencial. Essa idéia de espectro, sugere
Wilber, pode também ser usada pelos médicos e terapeutas
para diagnosticar pacientes — buscando acertar onde, no espectro,
a doença do paciente tem origem e, então, criar um plano
de tratamento apropriado.(3)
Porém, a abordagem de Wilber, embora tipicamente completa,
provavelmente se apresenta, à maioria das pessoas, como um
desafio impossível. Imagine o retorno ao lar de um difícil
dia de trabalho, após um longo roteiro, fazer uma tarefa maçante,
despendendo um tempo de qualidade com as crianças e, então,
iniciando um regime de corrida, Tai Chi, psicoterapia, canto e meditação
(não mencionando o serviço comunitário e o ativismo
político). É uma grande teoria, mas difícil de
se imaginar na vida diária. Entretanto, o trabalho de Stanislav
Grof, uma outra liderança, à luz dos estudos transpessoais,
pode prover uma solução mais eficiente e prática,
abraçando o espectro inteiro em um caminho.
A Prática Holotrópica
Stanislav Grof, um psiquiatra tcheco, é um dos pioneiros da
pesquisa clínica da consciência e tem sido citado por
Wilber como “provavelmente o maior psicólogo vivo do
mundo”.(4) Com Christina Grof, desenvolveu uma técnica
chamada Respiração Holotrópica, na
qual os clientes têm acesso aos estados incomuns de consciência,
através da respiração rápida e profunda.
Esse processo é fortalecido pela música evocativa e
é apoiado por um grau considerável de preparação
e atenção pessoal. Os clientes se deitam em um colchonete
e fecham os seus olhos, mas estão livres para movimentarem
os seus corpos, ou chorarem, gritarem, cantarem, entoarem mantras,
moverem, vomitarem, meditarem, rirem, ou exclamarem, etc., como a
experiência interna exige.
Nesse estado de consciência, os clientes podem relembrar, descobrir
e explorar algum nível do espectro da consciência. Eles
podem experimentar aspectos do seu próprio nascimento, traumas
reprimidos ou não resolvidos (ex. abuso na infância,
acidentes de carro), liberações bioenergéticas,
dinâmicas familiares inconscientes, sabedoria intuitiva, despertar
psíquico, viagens xamânicas, vidas passadas, divindades,
anjos e consciência mística sem forma. Além disso,
cada uma dessas experiências é normalmente trazida à
consciência por uma forma particular de prática (uma
das “milhares de práticas maravilhosas”), auxiliando
ao cliente a explorá-la, do modo mais apropriado. Holotrópico
significa mover-se em direção ao todo. Grof acredita
que cada experiência holotrópica move o indivíduo
para o próximo passo apropriado, em sua jornada, em direção
ao todo.
Nós podemos agora considerar a Respiração
Holotrópica de três maneiras – como diagnose, cura
e prescrição – ilustrando os benefícios
de cada um, como um caminho do espectro integral ou completo.
1. Diagnóstico: A Respiração
Holotrópica seleciona o nível do espectro no qual o
esforço de uma pessoa é mais efetivo.
Quando entramos em um estado holotrópico com uma mente aberta
e sem agenda pré-definida, a psique parece selecionar a experiência
que está mais carregada ou “madura”, naquele momento.
Grof chama isto de “função radar”. A experiência
que emerge não poderia ter sido predita ou planejada, mas ela,
invariavelmente, mostra-se altamente relevante ao crescimento do participante.
É como se nos abríssemos completamente para descobrir
o que está realmente ocorrendo nos níveis mais profundos
de nosso ser, naquele momento, permitindo que a experiência
nos envolva e nos ensine. Em outras palavras, a sessão holotrópica
traz o indivíduo diretamente ao limite de sua evolução
pessoal. Do ponto de vista de Wilber, poderíamos dizer que
a Respiração Holotrópica determina
o nível do espectro que é mais eficiente para o atual
crescimento. A função radar é como uma ferramenta
de diagnóstico, altamente sofisticada, que instantaneamente
localiza com precisão o problema ou potencial que está
mais significativo e carregado emocionalmente. Como uma forma de triagem
interna, a Respiração Holotrópica
separa o que é o mais urgente. Alguns exemplos:
Uma pessoa acredita que precisa expressar a raiva que tem de sua mãe
e tem falado sobre isso há anos, em terapia. Mas durante sua
sessão holotrópica, ele revive um acidente de carro
que ocorreu muitos anos atrás. Revivendo o momento do impacto,
o terror súbito, a necessidade de gritar e o modo em que se
congelou de terror, ele está apto a liberar seu grito daquele
estado congelado. Isto libera a raiva dele.
Uma pessoa sente-se bloqueada em sua prática de meditação,
está começando a desanimar-se, e pode desistir completamente
de praticá-la. Durante sua sessão holotrópica,
ela revive um momento de seu nascimento onde a passagem estava bloqueada,
e entra em sofrimento fetal. Ela libera-se de seu trauma nos níveis
físico e emocional e, então, descobre que sua concentração
e habilidade de sentar-se calmamente em sua postura meditativa ficaram
melhores.
Uma pessoa que tem usado drogas, de modo recreativo, está sendo
oprimida por imagens místicas, e está, desesperadamente,
tentando evitar uma admissão psiquiátrica. Durante sua
sessão holotrópica, revive uma experiência de
quase-morte, na infância, na qual ele “deixou” seu
corpo. O trabalho, através desse trauma, auxilia a “aterrá-lo”
física e emocionalmente, de novo, em seu corpo.
Uma pessoa que está em terapia há muitos anos, trabalhando
em assuntos de abuso sexual, sente-se presa a um padrão de
acusação. Em sua sessão holotrópica, encontra
um anjo que abre seu coração. É completamente
saturada de compaixão e torna-se apta a perdoar seu ofensor.
Nesses casos, trabalho intenso no nível errado do espectro
seria ineficiente, podendo, na realidade, ser contraproducente. Seria
muito mais simples convidar sua psique para escolher o nível
apropriado para o próximo passo.
2. Cura:
A Respiração Holotrópica seleciona
a forma de prática mais apropriada às atuais necessidades
do indivíduo.
Cada forma de terapia ou caminho espiritual tem sua lista de faça
e não faça, e seu próprio método prescrito
para o tratamento ou progresso espiritual. Na meditação,
você senta-se absolutamente calmo e, na dança de transe,
você se move até entrar em êxtase. Na terapia bioenergética,
você expressa sua raiva, na Ioga kundalini você direciona
essa energia internamente. Mas, a Respiração
Holotrópica é extraordinariamente livre de métodos.
Clientes são simplesmente encorajados a permitir o que quer
que esteja emergindo, à medida que eles respiram mais profundamente
e rapidamente. Eles são apenas “obrigados” a manterem
seus olhos fechados, de modo que a experiência não seja
projetada nos outros, e a permanecerem em seus colchonetes, de modo
que possam ser mantidos em segurança. Não há
limite de tempo, não há limite de ruído, não
há regras de postura ou dieta, não há hierarquia
institucional, nem guru, nem texto sagrado, nem código de vestimentas.
Se a experiência interna desejar, clientes podem gritar, chorar,
cantar, rezar, regredir à infância, falar em línguas,
meditar, assumir posturas iogues, gargalhar, bocejar, deixar seus
corpos, entrar em seus corpos, socar o travesseiro, tremer, transpirar,
girar – a lista é infindável. É permitido,
ao mecanismo interno de cura, fazer o que quer que seja necessário
para a cura e transformação do indivíduo, ditando
a verdadeira forma de prática ou terapia, sem a imposição
da estrutura acadêmica de alguém, background cultural
ou crenças religiosas. A sessão de Respiração
Holotrópica fornece um espaço físico e emocional
no qual se encoraja às dimensões mais profundas de nosso
ser a realizarem sua mágica. A verdadeira maneira e o método
de transformação são escolhidos pela experiência
emergente. Poderíamos dizer que o próprio Espírito
escolhe, por si mesmo, a forma e o método da sua evolução.
3. Prescrição: A Respiração
Holotrópica dirige um cliente para as formas de auto-exploração
que serão mais eficientes fora da experiência holotrópica.
A Respiração Holotrópica fornece
uma prescrição para outras formas de cura. Neste sentido,
é como um ato completo de receita. Se você está
confuso sobre qual terapia ou prática espiritual seguir, simplesmente,
obtenha acesso a um profundo estado incomum de consciência e
veja o que emerge naturalmente. Um cliente descobriu-se vacilando
entre um compromisso com o T’ai Chi, hatha ioga ou meditação
zen. Porém, após uma série de sessões
holotrópicas seu caminho ficou claro, pois seu corpo, espontaneamente,
entrou em posturas iogues, as quais eram acompanhadas de cura física
e insight espiritual. Ela se comprometeu com uma prática formal
de hatha ioga. Outra pessoa descobriu que, apesar de sua intensa busca
espiritual, as suas sessões holotrópicas focaram em
apenas uma parte de sua infância. Isto foi uma importante “prescrição”
para fazer algum trabalho com a criança interna, ou psicoterapia
de apoio, fora das sessões. Nesse sentido, a Respiração
Holotrópica não é simplesmente um dos muitos
“milhares de caminhos maravilhosos”, mas é um meta-caminho,
uma clearing house4 pós-moderna para tudo,
do biofeedback5 e psicanálise, aos Alcoólicos
Anônimos e regressão a vidas passadas, até a dança
Sufi e kriya yoga. Estas terapias adicionais podem ampliar a prática
da Respiração Holotrópica, até,
talvez, a dinâmica interna mudar e uma diferente forma de prática
ser “prescrita”.
Uma grande experiência de tudo
Grof reconhece a importância de se trabalhar através
de todos os níveis da consciência. A partir de extensa
observação clínica, descobriu um extraordinário
fenômeno que é consistente com o conceito de espectro
de Wilber. Grof percebeu que os conteúdos de um indivíduo
estão agrupados junto a certos temas. Eles são padrões
comuns ligando os conteúdos emocionais de alguém a seus
problemas físicos, à dinâmica do nascimento e
às profundas questões espirituais universais. Grof chama
estas ligações ou cadeias de “sistemas de experiências
condensadas” ou COEXs, para abreviar.
Aqui está uma forma pela qual um COEX pode emergir em uma série
de sessões de Respiração Holotrópica:
Samantha sofreu a maior parte de sua vida de persistentes infecções
de garganta. Emocionalmente, ela sentia-se inibida de se expressar.
Durante sua primeira sessão de Respiração
Holotrópica, lembrou-se de um professor de música, da
escola fundamental, que brutalmente disse a ela que “não
poderia cantar uma só nota”. Em outra sessão,
emergiu um incidente da infância, no qual seu irmão tentou
estrangulá-la. Ao reviver isto, ela gritou insistentemente
– liberando tensão muscular mantida, por muito tempo,
em sua garganta. Á medida que o processo aprofundou-se nas
sessões subseqüentes, ela vivenciou um momento de seu
nascimento, no qual o cordão umbilical estava ao redor do seu
pescoço. Percebeu que, num nível profundo e inconsciente,
sempre confundiu o caminho para emergir e ser livre com uma sensação
sufocante de ameaça à vida. Quando o processo dela aprofundou-se
ao nível transpessoal, ela reviveu uma vida passada, como um
homem que foi decapitado, devido às suas convicções
religiosas. E então, um dia, ela teve uma mudança, num
nível inteiramente simbólico. Vivenciou a si mesma como
um cisne, cantando enquanto morria. Pela primeira vez em sua vida,
teve uma imagem de cantar enquanto morria, ao invés de cantar
ou morrer. Nessa sessão, ela sentiu sua voz ser devolvida a
ela e seu medo da morte foi reduzido. Tendo liberado tanto medo e
tensão, em sua garganta, através desse processo, ela
agora, raramente, tem uma infecção de garganta.
De acordo com Grof, COEXs são finalmente resolvidos quando
eles forem tratados em todos os níveis (5). Esta visão
abrangente oferece esperança àqueles obstinados buscadores,
que tem passado através de grupos de encontro e renascimento,
psicanálise e cogumelos mágicos, mas tem descoberto,
que os mesmos velhos problemas continuam ressurgindo. A estas almas
muito cansadas, a Respiração Holotrópica
oferece a possibilidade de que outras dimensões da psique e
outras formas de liberação irão dar a solução,
quando acessadas.
A experiência mais transformadora pode ter estado bem ali o
tempo todo, esperando somente a humildade do ego, a liberdade do método
e a abertura e segurança do setting6.
Mais espetacularmente, na Respiração Holotrópica,
podemos ter experiências que tocam em vários níveis
do espectro, de uma só vez, ou mesmo, englobam o espectro inteiro.
É comum para os indivíduos ter uma profunda realização
espiritual concomitante a uma importante liberação física.
Nessa experiência espontânea, nós também
nos alertamos que todos os níveis do Ser estão profundamente
entrelaçados. Bem antes de nossa jornada, antes de termos solucionado
todos os nossos problemas, ou nos unido ao Divino Infinito, vivenciamos
um despertar cada vez mais profundo – nas tramas do nosso Ser
e nas fibras de nossos corpos – na união da Criação.
O envolvimento completo do espectro
Ken Wilber é reconhecido pela unificação de Freud
e Buda, criação de uma visão integral que expande
o passado e o futuro da consciência, e mais. E a Respiração Holotrópica, livre para serpentear
por toda parte e em qualquer lugar através do espectro, nos
traz diretamente para as fronteiras da nossa evolução.
Isto requer apenas que nós nos inclinemos na direção
da verdade que emerge aqui e agora, nos alcances mais profundos e
distantes do presente momento. Com uma abertura sem precedentes –
na teoria e no método – ele abarca todas as antigas formas
de adoração e todos os meios modernos de crescimento
pessoal, e até mantém espaço para aqueles caminhos
a serem inventados. Através disto, nós podemos obter
acesso ao completo espectro da consciência, a todas as magníficas
dimensões do Ser, e podemos viajar junto a qualquer e a todas
as maravilhosas terapias e processos, objetivando sempre, incansavelmente,
um objetivo único e integral.
Notas finais
(1) Um caminho verdadeiramente integral, sustenta ele, também
incluiria o interno (interior) e o externo (exterior) de tudo, bem
como os aspectos culturais e sociais de cada nível. Seguindo
sua argumentação na citação, estou aqui
simplificando seu trabalho.
(2) Wilber, K. (1997.) “A Ticket to Athens”, uma entrevista
em Pathways: A magazine of psychological and Spiritual Transformation.
(3) Wilber, K. et. al.(1986.) Transformations of consciousness. Boston:
Shambhala. 144-146.
(4) Wilber, K. (1997.) The eye of the spirit. Boston: Shambhala. 165.
(5) Na versão do Espectro de Grof, esses níveis são
o sensorial, o inconsciente pessoal, o perinatal e o transpessoal.
Referências
Grof, S. (1992). The holotropic mind. Harper SanFrancisco.
Grof, S. (1988). The adventure of self-discovery. State University
of New York Press.
Wilber, K. (1993). The spectrum of consciousness. Quest Books.
Wilber, K. (1996). A brief history of everything. Shambhala Publications.
Notas dos Tradutores
1 "Tornando-me Eu" 2 Prática de correr em ritmo suave. 3 centering:
traduzido para o português por concentração pelos
tradutores. 4 Literalmente “casa de esclarecimento,
de compensação”: (a) um estabelecimento mantido
por bancos para assentamento de avaliações e reivindicações
mútuas. (b) uma agência central para coleta, classificação
e distribuição, especialmente de informação. 5 Bio-retro-alimentação. 6 Na Respiração Holotrópica, o termo "setting"
refere-se ao meio ambiente real, físico e interpessoal, as
circunstâncias concretas nas quais é realizado o trabalho.